FICÇÃO NÃO CIENTÍFICA
Dra. Cristina Pinho
Relato de uma alucinação/simulação colectivas

Pesadelo de uma noite de verão:
O próximo capítulo da tragicomédia intitulada COVID 19 tem, no nosso país, estreia anunciada para dia 14 de Agosto.
A série começou a ser gravada, no mais completo sigilo, há várias décadas e chegou, finalmente, ao grande público em Dezembro de 2019. Pela primeira vez temos uma megaprodução filmada no mundo inteiro simultaneamente e todos, mais de 7 biliões de habitantes, são protagonistas.
O guião relata a saga de uma pseudopandemia (durante o ano em que está activa a população mundial aumenta em número de indivíduos) causada por um vírus que nunca foi isolado e purificado, seguida da injecção de material sintético, sem aprovação científica, em toda a humanidade.
Entretanto, testa-se indiscriminadamente quase toda a gente com um método que não serve para o efeito, e a maior parte dos habitantes andam com máscaras (muitas são de pano com cores vivas e publicidade incorporada). Para além disso as pessoas devem manter distância física e confinamento em casa.
Nem a OMS ou qualquer dos elementos da súcia técnica ao serviço de cada Estado fala de prevenção e tratamento precoce. Vários cientistas, outrora prestigiados e aclamados, são agora vilipendiados, sem dó nem piedade, por indivíduos que nunca conviveram, no seu dia a dia, com pacientes e ou doenças.
Tudo isto é amplamente propagado, 24h por dia, na TV (caixinha que mudou/catequizou o mundo) e jornais de todo o planeta. Ninguém pode dizer que desconhece a trama. A toda a hora se fazem conferências de imprensa com novas informações sobre o comportamento do vírus, que muda a cada momento e consoante a situação. A população vive em permanente estado de ansiedade e medo, que a colocam à mercê de todos os disparates que a corja de malfeitores, tenebrosos e velhacos, debita constantemente na comunicação social.
Para além de um código genético necessário para a produção da proteína spike (um dos componentes do vírus fabricado em laboratório) descobre-se, após 6 meses de injectar consecutivamente milhões de indivíduos, que a seringa também contém um composto/veneno inovador chamado óxido de grafeno. Nenhum destes elementos tinha sido experimentado, até à data e em conjunto, nos seres humanos. Chamam vacina à injecção, mas rapidamente se percebe que, em vez de imunizar, o infiltrado provoca variadas patologias, inclusive aquela que é suposto prevenir.
Apesar de serem notificadas dezenas de milhar de mortes, assim como efeitos adversos bastante agressivos e debilitantes, após inoculação e pelo mundo inteiro, as autoridades não suspendem o procedimento e a população continua, obedientemente e sem direito a consentimento informado, a caminhar para o abismo.
Surge ainda a criação de um certificado veterinário que habilita os inoculados, que sobrevivem obviamente, a sentir a falsa liberdade de poder circular, mascarados e em horas previamente estipuladas, por alguns locais assinalados pelos governantes.
A próxima temporada da saga, em Portugal, começa a 14 de Agosto e tem como atracção principal a inoculação de jovens a partir dos 16 anos.
O presidente da república é um dos principais entusiastas em injectar adolescentes saudáveis com uma substância experimental que, supostamente, os vai proteger de uma doença que muito raramente os atinge e, quando o faz, é de forma ligeira, fácil e rapidamente debelada.
O primeiro ministro diz, numa conferência de imprensa, que devemos ter cuidado com os riscos da vacinação.
A directora geral da saúde invoca a OMS e as agências do medicamento para aconselhar o aberrante composto nos jovens, mas diz que os médicos é que devem decidir se se deve administrar entre os 12 e os 15 anos. Apenas e só nesta idade é que a prescrição se torna necessária.
O representante do clã médico, alinhado com a tramóia, diz que o consentimento informado é perverso e exige que “vacinados” e “não vacinados” sejam separados, ao ponto de várias famílias considerarem o divórcio. Começam os sites de encontros a publicitar pessoas consoante o respectivo estado sanitário e criam-se localidades de indivíduos livres, com o sistema imunitário funcionando de forma natural, um pouco por todo o planeta.
Infelizmente, na pérola do Atlântico, que parece ter um presidente do governo regional viciado em venenos, tal é a veemência com que os promove, o sacrifício dos mais novos começa, com pompa e circunstância, no dia 31 de Julho. De coração apertado, os chamados “negacionistas” (pessoas que desde o princípio estudam profundamente a alucinação sem se deixarem contaminar), assistem ao ritual de pais a conduzirem filhos ao matadouro. Mais tarde, verificam-se múltiplos suicídios de progenitores, que não conseguem viver com a culpa de ver os filhos doentes, estéreis ou dizimados, devido à injecção.
Lembro que a substância a inocular já lesou definitivamente ou matou, dezenas de milhar de pessoas em todo o mundo, nas temporadas anteriores. Mas, neste ponto, o número da população mundial que tem consciência que a pandemia serve para encobrir um genocídio à escala global é pequeno.
Recordo que os meios de informação convencional foram pagos para vender um andaço mortífero que é resolvido com uma “vacina” milagrosa. Contribuem propositadamente, em larga escala, para a hipnose colectiva.
Como toda a trama é passada em tempo real, tipo “casa dos segredos”, atrevo-me a dar a minha contribuição para a realização dos próximos episódios. Aqui vai:
“Os profissionais de saúde que têm vindo a inocular o veneno experimental, desde o início do ano, nos seus semelhantes, de repente recuperam a soberania/sanidade mentais e sentem que não são capazes de o fazer em indivíduos menores de idade entrando em greve de zelo. Finalmente, lembram-se do juramento que fizeram “primeiro não fazer mal”, sentem-se novamente humanos e exigem cumprir a obrigação de informar, detalhadamente, quais os riscos das injecções. Os candidatos a vítimas percebem, derradeiramente, que se podem recusar a fazer o papel de cobaias.
Perante este obstáculo o presidente da república resolve visitar, pessoalmente, cada centro de inoculação, prometendo tirar “selfies” com cada funcionário e respectivo jovem candidato se eles cumprirem o ritual satânico do veneno.
Não havendo qualquer resposta positiva por parte dos trabalhadores entra em cena uma das personagens mais caricatas da história, o responsável pela logística, um militar que se gaba de nunca ter sido inoculado, que tenta obrigar os pais a injectar os próprios filhos. Como também não é bem-sucedido resolve fazer um curso “on line” sobre “como inocular ignorantes”, ficando apto a distribuir o maléfico líquido aos poucos que, mesmo assim, ainda se dispõem à experiência. Acompanhado, claro, pelo chefe supremo das forças armadas munido de telemóvel.”
Assim vai o quotidiano, num país de brandos costumes, com habitantes anestesiados pesadamente pela comunicação social e/ou destituídos do mais elementar sentido crítico.
Como é que constrói a continuação desta tragicomédia mundial?
Quem é que está pronto a levar os filhos ao matadouro?
Como é a sua vida fora desta simulação/alucinação? Como se vê a si próprio fora desta série macabra com refinados requintes de manipulação e malvadez?
Quem é que controla/dirige/guia o seu destino?
De que maneira imagina o fim da saga?
Imagine que, desde o princípio e até agora, sempre procurou uma posição proactiva de prevenção e tratamento precoce; fez um vídeo (Janeiro 2021) a alertar para a importância de não se embarcar numa injecção experimental; declarou, à Ordem dos Médicos, que não é ético abdicar do consentimento informado (dever do médico/direito do paciente); percorreu a vida, incluindo manifestações, desmascarado e livre, sem TV; faz parte de uma Empresa sem Discriminação; estuda o assunto de todos os ângulos que pode nas variadas plataformas disponíveis; manda vários emails semanais, de alerta, com informação variada; escreve textos com o que lhe vai na alma; visualiza e agradece, diariamente, a solução desta situação com a punição dos criminosos, sentindo a alegria indescritível de viver num mundo novo, belo, pacífico, amoroso, pleno de alegria e prosperidade, ………………………
Desejo que procure e encontre, dentro de si, a paz, confiança e compaixão que lhe permitam terminar com a pandemia no interior de si mesmo. Sente, de imediato, a serenidade e força necessárias para observar e transmutar, com firmeza, um exterior caótico destinado a esconder a Vitória da LUZ
……………………………………………………….. pesadelo termina: TODOS ACORDADOS 😊
Cristina Pinho
Aliança pela Saúde Portugal
4 Agosto 2021
Grata por toda a informação .
Estou convosco.
Ainda não levei esta injeção,apesar de ser professora e ser um dos grupos prioritários.
Tomei conhecimento de efeitos adversos e fiquei receosa pois,apesar de dizerem que eram casos raros, eu questioneie quem diz que não serei um desses casos raros?
Não sou contra as vacinas,mas decidi esperar por mais informações.