Uma das lições a tirar da presente “pandemia” é a de que esquerdismo significa conformismo.
Quanto mais à esquerda se posiciona uma nação, um partido ou um indivíduo – maior o seu conformismo com agenda globalista.
Na verdade, desde o começo do milénio, ser um activista de esquerda (tipo, BLM, Antifa, anti-alterações climáticas, pró-revolução sexual, pró-nova-normalidade, pró-vacinação-em-massa, etc.) significa exigir agressivamente que seja feito… aquilo elite globalista quer que seja feito – só que, mais e mais de pressa.
Hoje, o esquerdista típico, tornou-se num carreirista, interesseiro e cobarde, caixa de ressonância do discurso oficial, que, no entanto, tem de si (numa parodoxal ilusão sustentada pelo poder e pelos media) a imagem de um revolucionário, justiceiro e defensor dos oprimidos.
Daí, a quantidade de figuras públicas, supostamente rebeldes, irreverentes, “fracturantes” e “prá-frentex” que, na realidade, são absolutamente subservientes e bajuladoras do poder acabando, por isso mesmo, ricas, medalhadas, premiadas, prestigiadas, com espaço televisivo, enquanto vão mantendo, simultaneamente o rótulo de marginalizadas, excluídas e oprimidas.
Olhando para trás é possível apercebermo-nos que esta enorme aldrabice vem de longe.
Desde os anos 60/70 do século passado, quando o marxismo deixou de se focar nos ressentimentos de classe e na economia e passou a dedicar-se aos ressentimentos pessoais – com a promoção da revolução sexual e de grupos de “vítimas” escolhidas – que os activistas de esquerda, enquanto cultivavam a imagem de radicais libertários – expressando, no entanto, o seu “radicalismo” por uma obediência bovina às modas, roupas, comportamentos sexuais, e “causas sociais” que lhes eram impostos de cima – se iam preparando para ser os burocratas, gestores e políticos da actualidade.
Não admira, pois, que seja da sua condição aderirem automaticamente à última novidade aprovada pelo sistema; sobretudo se significar aumento de poder e proventos para a elite globalista (e para os próprios, claro) em prejuízo das populações – enquanto demonizam e tentam destruir com ódio os poucos (os radicais – os que se deixaram radicalizar) que ousam resistir-lhes.
O próprio «bloco de esterco» já veio dizer que não está muito preocupado com as liberdades direitos e garantias das pessoas (carta digital dos direitos humanos) e o que interessa mesmo, é combater a pandemia. As bandeiras da liberdade e dos direitos dos cidadãos, são só para agitar quando interessa. Quando não convém, escondem-se essas bandeiras. Já algum fundamentalista de esquerda, defensor dos direitos das mulheres, se veio pronunciar contra as barbáries que os muçulmanos cometem contra as mulheres desses países? Metam todos a ideologia política onde o sol não brilha.
Isso é o que faz a *falsa* esquerda,
Como o Bloco de Esquerda (que até já abandonou a sua máscara socialista – e agora se diz “social-democrata”) e os partidos satélites deste, que surgiram quando o BE começou a perder votos.
Eu sou de (verdadeira) Esquerda, e não me meto em nada disso.
Essa falsa esquerda que é descrita, na verdade, actua a mando do Grande Capital internacionalista (ou, como foi referido, “globalista”) no uso da chamada Dialéctica Hegeliana (da “Tese + Antítese = Síntese”) tendo como real objectivo final criar uma sociedade fascista, que misture o pior do Comunismo com o pior do Capitalismo.
“The drive of the Rockefellers and their allies is to create a one-world government, combining Super-Capitalism and Communism under the same tent, all under their control.”
— Congressista estadunidense Larry McDonald, muito convenientemente morto no voo KAL007, em 1983
No entanto, chamar a esse tipo de suposta esquerda, “marxista”, até que acaba por ser correcto. Pois, foi logo com Marx que começou todo este jogo político ludibriante e desconhecido por quase todos… (https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/1269658101097082883)
Mas, isso é uma longa história – que só está ao alcance de quem faz séria pesquisa no campo da chamada “política profunda”: https://noticiasviriato.pt/quem-foi-karl-marx/#comments