A minha filha trabalha num banco francês. Numa reunião online, sexta-feira passada, com colegas de vários países, falaram, às tantas, de COVID-19. UM colega sueco disse-lhes que “na Suécia já ninguém fala de COVID; é um assunto ultrapassado.”
Só para recordar, aos negacionistas da realidade: os suecos nunca confinaram nem se “mascararam”; simplesmente seguiram aquilo que a virologia, a epidemiologia e a imunologia, há décadas, ensinam que deve ser feito em casos de epidemias de infecções víricas respiratórias, deixaram que a imunidade de grupo se formasse naturalmente, não seguiram às cegas as directivas da OMS, não foram atrás do alarmismo da comunicação social, nem deixaram os políticos à solta para impor as medidas sem qualquer base científica, contraproducentes e tresloucadas que lhes viessem à cabeça.
Era o que teria acontecido em Portugal se o Governo, o PR e os partidos com assento na AR tivessem seguido os conselhos da Comissão Nacional de Saúde – órgão científico que, por lei, deve ser consultado em matérias de saúde pública (e não o INFARMED(???)) – que, sempre se opôs aos confinamentos e ao uso de máscara na comunidade.
Agora, até os liberais norte americanos (o equivalente, à esquerda do PS em Portugal) já reconhecem: os lockdowns foram um erro trágico.
Leiam, mais abaixo, o que diz, este, que escreve regularmente na coluna científica do “The New York Times“:
“Não há provas de que os lockdowns tenham salvo vidas; mas há provas de que causaram a perda de muitas vidas”.
Compreendem agora porque a lei que reinstaura a censura em Portugal foi aprovada na AR sem um único voto contra?
The Matrix must go on…
Fonte:
Death and Lockdowns | City Journal (city-journal.org)

João Faria de Morais
Excelente!
Olá. Vou a Portugal todos os anos com a família da minha mulher e temos uma filha de 13 anos
>é a vacinação adolescente planeada em Portugal
> é a vacinação obrigatória planeada em Portugal
> obrigado porseu site e seu excelente blog
Atenciosamente
Gérard