Sonegação

Partilhe com os seus amigos

Se chegou até este artigo e não o ler até ao fim, depois não diga que não foi avisado!

Eu, quando acordo de manhã, faço o seguinte raciocínio: “E se eu estiver errado? E se… por não alinhar totalmente na narrativa oficial, esteja a prejudicar inúmeras pessoas?”.

Agradeço, por conseguinte, aos que discordam de mim — médicos, farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos, cientistas, políticos e restantes cidadãos — que, por obséquio, façam a reflexão no sentido inverso: “E se eu, por não ouvir estas vozes que teimam em alegar que algo não está certo, pela minha inércia, esteja a permitir, tacitamente, que uma verdadeira calamidade (muito maior do que a pandemia pelo vírus em si) venha a assolar o meu país, àqueles que amo?”. É altura de começarem a perguntar internamente porque é que certas pessoas, com uma bússola moral acima da média, se dedicam a querer alertar os outros, abnegadamente, sacrificando carreiras e status financeiro, social e familiar…

Porquê?

Acham sinceramente que elas passaram a despender a quase totalidade do seu tempo livre e até a sua própria saúde (como é o caso do Dr. Diogo Cabrita, na sua Marcha pelas Crianças) só para regozijo ou satisfação pessoal, só para ser do contra?

Não! São pessoas com um elevado sentido de ética e moralidade. Pessoas preocupadas e amorosas, com sentido de missão. Nada mais.

É razão para levantar a seguinte questão: o que aconteceu àqueles que passaram a sua longa vida a afirmar “quem te avisa teu amigo é”? Deixaram sinceramente de acreditar neste ditado tão válido?

Um olhar mais atento aos canais oficiais e aos meios de comunicação social mainstream, vulgo televisão, permite-nos perceber de imediato — caso estejam recetivos a fazer esta análise — que há imensos factos que nos são, efetivamente, ocultados.

Quem, afinal, pode decidir em consciência se não tiver os dados todos em cima da mesa?

SONEGAÇÃO…

O que quer isto dizer?

Quando temos um militar de elevada patente a declarar descarada e publicamente que “não se deve promover o consentimento informado” às pessoas só para conseguir atingir mais rapidamente o objetivo proposto pelo Governo, faz lembrar a máquina da morte que dirige irrevogavelmente as vacas em fila para o matadouro.

Não nos está a ser dada a OPORTUNIDADE à reflexão.

Um olhar mais atento às diretivas que constam no “consentimento informado” — um documento emitido pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), um organismo oficial que tutela (também) a bioética — faz transparecer o colossal atropelo dos nossos direitos mais básicos, como o direito ao conhecimento do nível de agressão ao nosso corpo. Estou certo de que a ERS entrará em cena, muito em breve, para impedir o assassínio deontológico nesta matéria.

Por outro lado, a DGS, o braço longo do Estado que deveria salvaguardar um dos bens mais preciosos dos portugueses — a saúde —, tolda-nos o direito à informação com umas parcas instruções envolvendo uma das mais importantes decisões da nossa vida.

Eu pergunto-me quantas pessoas terão sido efetivamente esclarecidas pelo seu médico acerca dos potenciais riscos deste tratamento genético experimental, vulgarmente conhecido como vacina para a COVID-19… Não só os riscos imediatos como os de longo prazo. A ADE, as reações (auto)imunes cruzadas, etc.

Basicamente, em termos muito simplistas, assume-se que, se um indivíduo está ali para ser vacinado, já deu tacitamente a sua autorização.

“Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus”.

A outra questão tem a ver com a forma como os meios de comunicação tentam sub-repticiamente escamotear quem procura o apelo ao debate, à informação. Um caso paradigmático é o Dr. Diogo Cabrita que não está a ter, nem por sombras, o devido acompanhamento por parte dos media na sua marcha até Lisboa. Obviamente uma (boa) orquestração para “abafar” o contraditório. Pois fiquem a saber que quem perde um extraordinário debate são os portugueses. Sem apelos à reflexão, à discussão sadia e ponderada de ideias, a massa torna-se, de facto, acéfala.

Senão vejamos:

No relatório do Infarmed1 é relatado que houve 34 mortes decorrentes da vacinação. Como se isso, somado às mais de 5.000 reações adversas reportadas, não fosse já o suficiente para despoletar uma profunda reflexão, de acordo com vários estudos, é fácil demonstrar que as RAM (reações adversas medicamentosas) são reportadas em muito baixa percentagem (under-reporting). Por outras palavras, os casos de reações adversas à vacina que são comunicados pelas vias oficiais e, por inerência, na televisão e nos jornais, podem representar APENAS 5% dos casos reais2. Ora, por recurso à matemática podemos facilmente chegar a números avassaladores e verificar que tínhamos a obrigação de ter estado mais atentos, olhando para este problema autoimposto de uma forma muito mais consciente.

Todo o homem é culpado do bem que não fez

Voltaire

NOTA: As opiniões expressas refletem unicamente a opinião do autor. O leitor deve conduzir a sua própria pesquisa. Em caso de dúvidas, deve consultar o seu profissional de saúde. Convém, obviamente, que ele esteja bem inteirado de todos os pormenores.

  1. https://www.infarmed.pt/web/infarmed/relatorio []
  2. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16689555/ []

Partilhe com os seus amigos

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.