As vacinas foram autorizadas (fixem-se nas palavras) por razões especiais – uma emergência que tinha relação com um vírus respiratório que nalgumas pessoas condicionava manifestações clínicas que consumiam recursos específicos e exacerbados.
Estes doentes eram maioritariamente homens acima de 55 anos, com doenças inflamatórias de base como doença bipolar, obesidade, diabetes e hipertensão – fornecendo os grupos de risco.
As mortes em Portugal deram-se maioritariamente em lugares onde concentrámos idosos e pessoas acima de 80 anos (mais de 40 por cento da mortalidade).
As vacinas foram autorizadas por emergência e nunca aprovadas (cuidem das palavras) pois aguardam os resultados do ensaio clínico que termina em 2023.
É o maior ensaio/experiência clínica da humanidade e tem cobaias – nós!
Eu aceitei ser porque nunca fui contra vacinas e porque nunca neguei haver uma doença que matou amigos e gente de que gosto. Mas era até aos 55 anos e com riscos – os que podiam fazer contas entre risco e benefício. Cobaias com possíveis vantagens.
“As autorizadas” nunca devem ser usadas em jovens saudáveis até saírem os resultados e a aprovação com estudos sérios, por gente sem conflto de interesses (a receberem dos laboratórios).
Não criemos formas de doença desadequada em jovens saudáveis a quem a doença não causa danos graves nem problemas maiores, mas a vacina pode condicionar surpresas irreversíveis!
Faltam respostas públicas: quantos morreram de (nem com nem também) covid.
Quantos morreram de “envelhecimento doente” piorado por covid.
Em quantos não investimos tratamentos.
Quantos morreram nos cuidados intensivos.
Falta verdade.
Faltam dados e sua ponderação para tomar novas decisões.

